Tem pra sempre sim
Pessoas importantes ficam eternamente...
domingo, 30 de janeiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
A Cereja

Guardar, das belas cerejas adocicadas,
Prazerosos sabores vividos em regalo,
Tal qual ventura de paixões deliciadas,
Faz, da fruta favorita, uma colheita fácil.
Corteja-se, sem pressa e à distância
Acumulando as dispensáveis, em cesto,
Cujo destino deste, em transbordância...
São cerejas em caldas ou em refresco.
Mas a que brilha aos olhos, a escolhida...
Ah! Aquela, lá no alto, pede total atenção;
Não faz parte do cesto. Sendo ela colhida,
Será deglutida, com a mais suave excitação.
Alguns segundos de paladar, e o esquecimento
Do que representou a estimulante investida;
A beleza da fruta aguçou a libido, em detrimento...
Comê-la, por ser Bela, justifica a investida.
Prazerosos sabores vividos em regalo,
Tal qual ventura de paixões deliciadas,
Faz, da fruta favorita, uma colheita fácil.
Corteja-se, sem pressa e à distância
Acumulando as dispensáveis, em cesto,
Cujo destino deste, em transbordância...
São cerejas em caldas ou em refresco.
Mas a que brilha aos olhos, a escolhida...
Ah! Aquela, lá no alto, pede total atenção;
Não faz parte do cesto. Sendo ela colhida,
Será deglutida, com a mais suave excitação.
Alguns segundos de paladar, e o esquecimento
Do que representou a estimulante investida;
A beleza da fruta aguçou a libido, em detrimento...
Comê-la, por ser Bela, justifica a investida.
(Poesia de Lucelena Maia)
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Tem hora q sinto saudade do blog...
Mas ainda sinto mais preguiça q saudade...
Noite de Saudade
Florbela Espanca
A Noite vem poisando devagar
Sobre a Terra, que inunda de amargura...
E nem sequer a bênção do luar
A quis tornar divinamente pura...
Ninguém vem atrás dela a acompanhar
A sua dor que é cheia de tortura...
E eu oiço a Noite imensa soluçar!
E eu oiço soluçar a Noite escura!
Por que és assim tão escura, assim tão triste?!
É que, talvez, ó Noite, em ti existe
Uma Saudade igual à que eu contenho!
Saudade que eu sei donde me vem...
Talvez de ti, ó Noite!... Ou de ninguém!...
Que eu nunca sei quem sou, nem o que tenho!!
Sobre a Terra, que inunda de amargura...
E nem sequer a bênção do luar
A quis tornar divinamente pura...
Ninguém vem atrás dela a acompanhar
A sua dor que é cheia de tortura...
E eu oiço a Noite imensa soluçar!
E eu oiço soluçar a Noite escura!
Por que és assim tão escura, assim tão triste?!
É que, talvez, ó Noite, em ti existe
Uma Saudade igual à que eu contenho!
Saudade que eu sei donde me vem...
Talvez de ti, ó Noite!... Ou de ninguém!...
Que eu nunca sei quem sou, nem o que tenho!!
sábado, 1 de janeiro de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)
